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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Amoralidade feminina

Por Guru

Uma das questões mais pertinentes sobre a natureza feminina é a sua amoralidade. Sim, senhores, amoralidade. Amoralidade é uma conduta daquele que não é contrário nem conforme às primícias morais, é tão somente indiferente a elas, parecendo desconhecê-las. É um tipo de comportamento que não precisa ser necessariamente libertino, devasso ou lincencioso, entretanto pode ser adotado de maneira a lograr com objetivos específicos e pessoais. 

Logo o comportamento amoral pode ser utilizado como eficaz ferramentário para se atingir objetivos, sem que o indivíduo se comprometa com o conjunto de crenças e conceitos em que se baseiam as atitudes de uma pessoa considerada reta, ou seja, sem transgredir efetivamente o paradigma ético-moral e social. Assim sendo, as mulheres, estando cônscias disso, muitas vezes adotam tal atitude com intuito de viabilizarem seus objetivos pessoais e interesses, fazendo isso de modo a não macular-se com esse tipo de comportamento. Basta ter a observância necessária, perscrutando os comportamentos femininos, que será fácil a detecção desse estratagema psicossocial tão objetificado e instrumentalizado por elas.

Ora, não é raro encontrarmos calhordas, cafajestes e canalhas com inúmeras mulheres. Eles, em virtude da experiência adquirida, assumem a total responsabilidade da relação, atenuam, quando não isentam completamente, a culpa da escolha que elas fazem em continuar com eles. Eles projetam a culpa delas neles, as aliviando da responsabilidade dos atos. Dessa forma é aceitável e suportável para elas manterem relações com esses réprobos, uma vez que acreditam piamente em não terem culpa alguma por isso. Ora, afinal de contas, "ninguém manda no coração", "foi obra do destino". É por esses motivos que muitas vezes elas ignoram completamente a postura promíscua, libertina, pérfida e cretina dos cafajestes, porque estes últimos, quando a procuram para o sexo, sempre jogam com esse artifício amoral feminino, assumindo a autoria dessa aproximação.

Elas, considerando estarem isentas de qualquer culpa e responsabilidade, cedem à tentação de reatarem o enfermiço envolvimento com esses canalhas. Desconsideram a péssima qualidade moral do sujeito e muitas vezes nem sequer lhe cobram uma postura mais idônea, sensata e honesta. Em contrapartida isso não se dá com o homem mediano, bom, pacato, frugal e comum. Ocorre o contrário. Destes são cobrados fidelidade, honradez, compromisso, retidão, lisura, benignidade e moralidade, já que eles não despertam as excitações, desejos e rebentos que os cafajestes, por sua vez, provocam. 

Em face do liberalismo sexual e do enfraquecimento do valores mais arcaicos, muitas mulheres não se sentem coibidas de se relacionarem com os canalhas ou em praticarem o sexo casual, afinal "ninguém tem nada a ver com a sua vida", "ela é independente". Esses fatores, que atenuam o peso da responsabilidade feminina, e a dificuldade de lidarem com a rejeição as fazem incorrer no mesmos erros repetidas vezes. 

A conclusão é que elas têm uma postura completamente amoral com os cafajestes, pois são atraídas por eles, ignorando o caráter dos mesmos, desde que tenham aliviada a responsabilidade.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mulheres

Por Guru

As minhas vivências trazem relatos que demonstram na prática o que os conceitos apregoados por Nessahan Alita mostram em seus livros. As relações, sendo conjugais ou não, sempre estarão pautadas pela troca de interesses entre os envolvidos. Nessahan Alita apenas traz à tona os verdadeiros interesses almejados pelo homem e pela mulher. Ele desmascara falsas concepções, elucida a dinâmica da relação e destrói de uma vez por todas a já combalida idéia do amor tenro e romântico.
A realidade é só uma e indefectível. O homem em sua maioria busca nas mulheres o meio de saciar sua libido e concupiscência, à medida que a mulher procura satisfazer toda sua cupidez e reafirmar o seu poder feminino de dominação. Logo as mulheres se utilizam das fraquezas afetivas e sexuais dos homens para assim conquistarem seus objetivos escusos, fazendo isso, não raro, através de estratégias calhordas, ignominiosas e deploráveis, por mais que elas neguem veementemente tais ardis a si mesmas. As mulheres não se preocupam em utilizar os sentimentos alheios quando expostas a qualquer perigo, agindo inconscientemente. Um bom exemplo disso é que muitas colocam alguns homens na reserva para que, se abandonadas por algum macho ou passem por qualquer dificuldade financeira, se usem deles como recurso de emergência com o fim de libertarem-se dos problemas que elas, por sim mesmas, não conseguiriam resolver. Essa criatura feminina que opta pelo mal, pelas licenças morais e despautério, entregando-se aos arroubos hormonais que deveriam estar sob controle da consciência e da razão, muitas vezes possui uma chance de retratação. Entretanto, aferrada aos maus hábitos, revolve as mesmas estratégias de ordem psicológica e desperdiçam notável oportunidade que culminaria em iminente progresso moral. Eis a grande realidade nua, crua e sem atavios.

Muitos poetas, músicos e escritores devanearam demasiadamente e engrandeceram o espírito feminino sem saberem que estavam a canonizar bestas feras. Oh, se o homem estivesse cônscio do impio fado que o aguarda quando ele inicia um relacionamento, jamais se envolveria em tal empreitada e sua relação não progrediria além do intróito.

Por mais valioso que o homem seja e por mais perspícuos sejam também suas virtudes, ele sempre estará sujeito a possíveis abandonos temporários, indiferença e até mesmo ao fato de ser definitivamente trocado por outro macho que quase sempre não é superior ao primeiro. Embora um homem seja bem-sucedido socialmente, financeiramente e academicamente, ele pode ser trocado por outro que possua mais “status”, mais dinheiro ou que simplesmente seja um cafajeste. O “status” é definido pelo contexto social. Não importa a natureza, complexidade e relevância da atividade que um homem possa exercer, porque seu “status” depende mais fortemente da sua representatividade social. Dessa forma um médico emérito e intelectual, que salva dezenas de vidas e é importantíssimo para o desenvolvimento do país, pode muito bem ser trocado por um “pop star” do Rock ou por um jogador de futebol muito famoso. Isso ocorre justamente pelo fato desse mesmo jogador fazer algo que está inculcado na cultura brasileira, ser orgulho nacional e ter projeção midiática, FATO. A mulher que submete um homem famoso vê nele o motivo da sua álacre conquista e, não raro, orgulha-se disso. Não é à toa que existem histeria e desmaios em “shows” de grandes bandas, pois o delírio que os artistas provocam nas mulheres procede de sua evidência, da fama e de usufruírem a uma condição de superveniência, e não pelo que eles são em si mesmos.

O homem que é trocado por outro muitas vezes cultiva a esperança de um possível arrependimento ou remorso da sua companheira. Às vezes tal arrependimento se dá, mas é um fenômeno muito excepcional e raro. A mulher não sofrerá e nem ficará choramingando pelos cantos por ter abandonado sua antiga relação, pois elas não possuem a menor parcimônia quando trocam seu companheiro pregresso por algo que lhe parece mais fúlgido. A verossimilhança das minhas frases não advém unicamente dos livros de Nessahan, mas também é promanada pela minha experiência de vida.