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domingo, 4 de dezembro de 2011

Generalização, probabilidades, exceções e os relacionamentos.

A generalização sempre encontrou vários inimigos em qualquer setor em que é aplicada. Simplesmente por incluir em um grupo qualquer, pessoas com características diferentes das apresentadas em um primeiro momento, muitos criam um verdadeiro rebuliço, revolução por não se sentirem parte de tal grupo. Sentem-se alvos de preconceitos, de serem taxados de algo que não acreditam que sejam parte e tudo mais.

Com isso, pipocam várias perguntas do tipo:

“É certo generalizar?”

“E as exceções? Onde elas entram?”

“Por que não citar tais exceções então?”

Pois então. Primeiramente a generalização é feita para facilitar a questão da escrita e da exposição e/ou absorção do conteúdo. Não ter que ficar o tempo inteiro se excetuando uma porcentagem pequena, ajuda demais a manter a sequência do raciocínio. Ficar citando, considerando/desconsiderando, adicionando, excetuando, em muitos casos faz com que o texto fique repetitivo, maçante e demore muito para chegar ao ponto central. Um exemplo prático, nas aulas de física (as primeiras), considera-se todos os planos, fios, cordas, ambiente ideais.

Por quê? Para facilitar o primeiro contato com a situação. Com os guerreiros da real e leitores novos, a situação é abordada da mesma forma. Claro que existe um teor de complexidade BEM mais aguçado aqui do que um simples exercício de física, mas acredito que a mensagem foi passada com clareza.

Segundo, sobre ser CERTO generalizar. Na teoria, as individualidades deveriam ser aceitas, respeitadas e consideradas. Portanto, “certo” não é. Agora, teoria é diferente de prática não é mesmo? Você que está sentado aí atrás do computador por acaso teve suas individualidades aceitas, respeitadas e consideradas o tempo inteiro? Você homem mediano, por acaso alguém levou em consideração que você também merece uma chance de mostrar que tem valor?

Muitas vezes as pessoas questionam generalizações do tipo "homens são brutos/mulheres são vadias" que com apenas certeza de seus princípios poderiam ser facilmente ignoradas e/ou aceitas, enquanto o REAL problema nunca é questionado. Vejam o esquerdismo que reina hoje. Por acaso alguém questiona o fato de que as pessoas não valem nada se não estiverem incluídos em um determinado grupo? Que o governo que hoje “representa” a sua “individualidade” na verdade está interessado apenas em analisar-te como uma verdadeira massa de contorno?

"...pessoas passam a serem utilizadas como marionetes..."

Contudo, vamos ao exemplo “prático” de generalização novamente. A clássica frase que mexe com as profundezas do ego feminino.

“Todas as mulheres são vadias, vagabundas e/ou prostitutas”.

É ÓBVIO que nem TODAS, 100%, a totalidade, absolutamente qualquer ser dotado de uma vagina é uma vagabunda. O erro aqui, não é a frase em si, é a indagação feita em cima dela. O propósito dessa afirmativa é mostrar que, devido à libertinagem que foi entregue às mulheres hoje, não apenas sexualmente falando, transformou a grande, esmagadora, gigantesca (coloque o adjetivo que preferir) maioria das mesmas em jogadoras frenéticas, ególatras, extremistas em busca de emoção a qualquer custo. Ao dizer “maioria” que tem como significado “quase a totalidade”, dá margem para a tão sonhada palavra por homens iludidos e mulheres em busca de uma “auto-absolvição”. O questionamento básico de vários homens e mulheres ao conhecer a real é sempre esse:

“E as exceções? Onde elas entram?”

Vejam bem. O próprio Nessahan Alita em seus livros deixa uma página inteira para dizer “As críticas aqui contidas não se aplicam às mulheres sinceras”. O problema é, afinal, o que você entende por exceção?

Se por acaso for uma mulher que não possui um lado obscuro, que não mente, não joga, não é interesseira em algum ponto, não busca emoção, não é competitiva, que goste de homens “bonzinhos”, enfim, que negue TODAS as características femininas, a sua exceção não existe. A exceção verdadeira seria uma mulher que tem um teor menos aguçado de jogatina, de mentiras, da busca por emoções. E não a INEXISTÊNCIA do mesmo. Encare isso de uma vez, uma mulher continua uma mulher. Não digo isso em um tom pejorativo. Não adianta querer que mulheres tenham o mesmo raciocínio masculino para uma situação qualquer. Assim como não adianta querer que um homem entenda as coisas da mesma forma que uma mulher. São seres diferentes apesar de serem da mesma espécie.

E terceiro, e não menos importante, o porquê dessa generalização. O título do texto tem quatro palavras-chave, citei e discorri sobre duas em especial e deixei duas de lado. Uma delas entra aqui. Probabilidade. Exceções são raridades. Não estamos falando de uma mulher em um grupo de 10 ou 100. A coisa é bem pior que isso. Considerando que a probabilidade de ter que lidar com uma jogadora frenética, ególatra é MUITO grande, o condicionamento é justamente feito para essas mesmas mulheres. Condicionar-se para lidar com exceções que é o que muitos homens fazem, é similar a fazer um treinamento militar na neve para atuar nas savanas africanas. Ou seja, o treinamento, o aprimoramento pessoal é feito na direção errada, frutos não serão colhidos e a frustração tomará conta do ser.

Além disso, nem todos têm pé no chão para entender que a exceção tem que ser encarada como uma casualidade, e não a verdadeira caça ao tesouro. Não é porque a existência de mulheres-exceção é reconhecida, que o cara tem que condicionar a sua vida amorosa a buscar um exemplar próprio. Isso é um erro gigante que vai terminar em seqüelas físicas e mentais. Estuprar-se mentalmente em busca de alguma coisa jamais será o procedimento correto.

"Em busca do meu tesouro..."

O objetivo da real não é esculachar mulheres, promover discurso de ódio contra as mesmas e muito menos crucificar nenhum gênero em específico. A vertente que discute os relacionamentos tem por objetivo PREPARAR os homens para a vida social com as mulheres e outros homens. A doutrinação feminista deturpa e destrói cada vez mais a chance de um relacionamento sadio entre as pessoas. Entendam, é claro que é possível ter um relacionamento que não sugue sua alma com uma pessoa do sexo oposto. Assim como existam casais que buscam montar uma família digna.

O errado é acreditar que estabelecer um relacionamento duradouro será fácil com essa inversão de valores, inexistência de freios morais, de ética e de honra. Que essa “jornada” não vai exigir paciência, experiência, malícia, etc. E que você também não vai ter que dosar até onde deve se apegar, se envolver. Como já disse em outra postagem, jamais deposite a sua felicidade nas mãos de outra pessoa. Relacionar não é simplesmente colocar um anel/aliança no dedo e ajustar status no Orkut/Facebook. É bem mais complicado do que isso. E por incrível que pareça, o que mais se vê por aí são relacionamentos de teor adolescente, aqueles que servem justamente para alimentar um status e só.

Por fim os relacionamentos passaram a ter data de validade. O individualismo, a busca por independência até as últimas conseqüências, a cegueira em reconhecer as próprias limitações, passou a traçar uma linha de tempo para as relações. De repente, a mesma situação que antes valorizava a função de cada um, passou a ser uma queda de braço interminável. Culminou em sugar ou ser sugado. Isso é até esperado, afinal, com a síndrome de Dom Quixote que reina na atualidade, as pessoas preferem sempre atacar moinhos de vento ao invés dos reais dragões, vilões (os(as) feministas). E o problema, como sempre, continua a existir.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O medo de falhar e a insegurança dos novatos.

Por Eagle Watch

Seguindo a idéia do tópico do Ulysses na questão de contribuir mais ativamente para com a real, vou colocar (ao menos tentar colocar) umas idéias que nos últimos dias venho pensando. Segue abaixo o texto:

Sem dúvida, o medo de “falhar” em seguir à risca a teoria da real, arrebenta com a maioria dos novatos.

É interessante que após dias analisando as questões que envolvem a matrix, seja ela a social, a política, ou qualquer outra variação da mesma, tendo por base principalmente o fórum que participamos, cheguei a uma conclusão. Os novos guerreiros da real em sua maioria estão piorando depois de conhecer a real. Antes que já olhem para mim com rifles e submetralhadoras, isso não tem nada a ver com os membros antigos, aqueles como o Doutrinador, Silvio, Nessahan Alita entre outros que passaram e passam um bom tempo se dedicando a auxiliar a paspalhada a dar um jeito na vida e pararem de agir como bundões. Isso tem a ver com a incapacidade de absorver a coisa como se deve. Vejo que muitos novatos têm uma necessidade de que lhes mostre a direção o tempo todo. Como querem crescer, desenvolverem-se seja do cunho intelectual ou físico, se não têm coragem o suficiente de bater de frente com a realidade?





Ninguém foi lá no ouvido do Doutrinador e falou “amigão, as coisas são X, você vai agir Y para que atinja Z”. Não é à toa que os mais velhos dão conselhos para os mais novos. Os caras têm vivência de vida. Os caras enfrentaram e enfrentam os seus problemas e tão na luta diária. Por mais que acredito que seja bacana e até honrado pedir ajuda quando não se sabe o que fazer, isso não pode tornar-se hábito. Fico observando, a situação é similar àquela de um amigo folgado que pega uma carona com você, de repente o cara já te coloca na função de pai/mãe dele mesmo e acha que você tem que passar a dar carona todo dia. Ninguém vai fazer a sua prova de vestibular. Ninguém vai enfiar o seu pinto dentro de uma vagina para você. Ninguém vai vencer na vida para você. Você é o instrumento único do seu próprio destino.Se você age como um bundão, não espere ser um cara de sucesso. Se você age como uma anta, não espere ser tratado como um cara intelectual ou maduro o suficiente para ver as coisas como elas são.

A falta de bom senso para mim é de longe a grande adversária do guerreiro da real inexperiente. Os caras de repente saem polarizando tudo. Se a menina sorri para ele, o cara já está automaticamente processando aquilo como um sinal de que ela quer pegar você para miguxo e encher seu ouvido de merda, te seduzir e conseqüentemente te fazer voltar para o início da matrix, onde ele deitava sonhador em sua cama pensando em montar família com uma menina com a qual você não comentou nem se quer como está o tempo lá fora. PORRA? Acho que ninguém precisa ter PhD em Nessahan Alita para ter noção de como agir em uma situação cotidiana. Como os antigos sabiam como agir mesmo sem Nessahan Alita? 




Sua feminazi! Eu não vou ser seu miguxinho de merda!


Eles tentavam. Erraram? Porra, com certeza. Até erraram mais do que acertaram em muitos casos. Porém eles se levantavam sozinhos. O discurso do Rocky muitas vezes postado aqui é a perfeita descrição do que é viver. Vão tentar te derrubar, cabe a ti e só a ti mesmo saber como se levantar.

Se os novos guerreiros ficarem com medo de se ferrar, não vão vencer nunca. Não dá para ser perfeito o tempo todo. Todo cara que está aqui, mesmo estando dentro da real com certeza terá um dia que a matrix vai bater na porta MESMO. Só que, é aqui onde você bicuda a sua porta em cima dela. 

Tá na hora de muito camarada aqui parar de achar que se você dá uma fraquejada (leia-se controlada, engravidar uma mãe solteira por exemplo, você é pior que todos os matrixianos juntos, pois tinha, ou menos deveria ter mais consciência que a esmagadora população masculina) automaticamente você não é mais um guerreiro, todo o seu trabalho foi para o ralo. Não porra. Só aprenda a não fazer a mesma cagada duas vezes.

A mensagem que eu quero passar é similar ao tópico do Darth Silva. Vão para a guerra e voltem vitoriosos. Aprendam a ter mais pulso firme. Ser homem não significa só ter um pinto no meio das pernas. É agir como um. 

Então, vivam essa merda direito e parem de ficar cheios de viadagem. Se preferirem ficar cheios de viadagem, que fiquem. Mas, fiquem em outro lugar, porque a real não é para você. 

Eu também sou novato, mas essa é a minha opinião com relação os caras que estão na mesma situação que eu, começando. Vou dizer que a real realmente salva vidas. Comparar o que eu era e o que sou hoje, mesmo com pouco tempo de casa, já melhorei demais e tem um espaço gigantesco para melhorar. Por fim espero que os guerreiros novatos ao lerem isso daqui, também passem a ter mais uma motivação para continuar com a real. Salve confrades! :soldado:





quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Pick-Up Artists, até onde o “homem” vai por mulher.

Por EagleWatch

Ou até mesmo onde vai a manginice dessa última geração ... como preferirem.

Esse daqui é um dos grandes tabus do fórum e com razão. Os “PUAs” vão contra praticamente todos os ensinamentos da real. Nesse post não terá nenhuma apologia a PUA. Vou só jogar na mesa as minhas opiniões. Por base, colocarei em pauta o famoso “Mystery Method – Manual de Artes Venusianas”, o único de todos que eu li e prontamente já vi que tinha algo errado nisso daí. 

Gostaria de desmistificar essa coisa de uma vez por todas. Se já existe um tópico similar ou a moderação julgar que esse tópico não agrega em nada, nem pensem meia vez em trancar, excluir ou a ação que julgarem ser certa. O post é um pouco longo, suponho que terá duas postagens gostaria que esperassem eu colocar “FIM” na última postagem para postarem. E por fim, caso ocorram algumas opiniões que já foram citadas em outro tópico e eu não me lembre quem foi, ou alguma opinião parecida, peço desculpas por não citar a fonte. Com certeza nesse tópico ocorrerão situações do tipo. Obrigado, e segue o tópico. 

Antes de tudo, vou fazer um FAQ aqui.

1º Os métodos funcionam?

Em sua grande maioria, NÃO MESMO. Já começa que existe uma incompatibilidade de quem procura esses métodos e de quem teria ao menos um pouco de sucesso com isso. Um beta metido a PUAzeiro, obviamente não vai dar certo. Segundo que, as mulheres brasileiras não são compatíveis com o sistema também, os PUAs utilizam um método comportamental para “conquistar” a mulher em questão. As mulheres brasileiras ao menos são em sua ABSURDA grande maioria, não-comportamentais. Tendo em mente essas duas questões que englobam mais variantes, acho que já deu para definir se você deve ou não recorrer a PUA para conseguir mulher.

2º Por que existe esse tabu aqui no fórum com questão a PUA?

Já respondi no começo do tópico, vou repetir. Vai contra os ensinamentos da real. Entendam que esse é um método completamente mangina. Quantas vezes já leram que você deve SE priorizar e SE desenvolver para VOCÊ MESMO? Aposto que o suficiente para enfiar isso em sua cabeça e não sair. O PUA quer que você gaste NO PRÓPRIO MÉTODO e não em você. Entre o seu desenvolvimento próprio e o desenvolvimento PARA outra pessoa, não é meio óbvio que o primeiro é mais útil?

3º Então o PUA é um completo lixo e não há nada aproveitável?

Completo lixo eu também não concordo. Desde que você saiba filtrar as coisas, você pode aproveitar alguns pontos como indicadores de interesse, itens que te auxiliem a ter mais assunto em uma conversa. Mas tenham noção e bom senso para filtrar. Não achem que TODOS os movimentos de uma mulher querem dizer alguma coisa. Não ache que só porque ela sorri você está mandando bem. Mulheres brincam muito no que diz respeito ao emocional. E também não vá se vestir parecendo um travesti que isso também não é indicador de porra nenhuma. A postura confiante é algo que também é de bom uso, não só para mulheres, mas, no social como um todo. 

4º Sendo assim, qual é o melhor PUA para ler e/ou seguir?

Com certeza o George amigo do Kenshiro. Pão com mortadela deveria ser elevado ao nível de pick-up method máximo. :mrgreen: 

Respondendo com seriedade, a melhor PUA é a REAL. Não existe nada que se compare a um homem sério, digno e acima de tudo HONRADO. Você deve investir em si mesmo e não nessas artes que te prometem um “harém” de mulheres. Como diria o Doutrina, PUA é um método incompleto, não adianta ter uma destreza em pegar mulher e não saber se relacionar com as mesmas. O que importa não são quantas mulheres você abate e sim de quantos relacionamentos você sai sem ser abatido.



Muitos guerreiros da real confundem as coisas, principalmente no início da real. Ao terem descoberto a face obscura das mulheres, automaticamente entram na fase da revolta e muitos ligam o modo “vingativo” e tendem a acreditar que as coisas vão acontecer da mesma forma que comédia romântica, onde alguns flashes depois ele já se tornou um sedutor, postura de cafa, já vai conseguir subir no emprego e assim ele vai conseguir vingar todo o seu ódio por ter sido feito de paspalho durante grande parte da sua vida. E qual é o jeito que acham que isso vai dar certo? 

Pick-Up Artist. “Vou brincar de Mystery agora, pegar geral e fazer com que todas se arrastem atrás de mim”.

É sério mesmo que você, guerreiro da real iniciante está querendo arrumar os seus problemas com relacionamentos, emprego, seu bem-estar psíquico, físico e social através de Pick-Up Artist? Você acha que pegar uma meia dúzia de vadias em uma balada vai te transformar em um Capitão América? 

Não irmão. Não vai mesmo. 

O Mystery Method faz o cara ficar mecânico, apegado a um sistema de NEGs. Se a situação foge um “pouco” do planejado, automaticamente, faz o cara perder toda a autoconfiança e consequentemente, dá errado. E qual é o argumento? Você não utilizou o método de forma correta. Você não treinou o suficiente. Bem cômodo dizer isso para um cara que errou não é? :rimbuk: 

Não tem como ser um cara com o mínimo do bom senso e levar esse tipo de coisa a sério. Pick Up Artist não é meio de vida. É no máximo uma ferramenta que você pode utilizar em momentos esporádicos e aproveitar 5% de tudo. Não PERCAM o seu TEMPO LENDO ESSAS COISAS. 

Ou vocês acham que um cara que se veste ASSIM:



Imagem


vai RESOLVER os seus problemas? 

Se você está DISPOSTO a ler algo, leia Nessahan Alita. Leia Esther Villar. Leia o seu livro de física, química ou o que for. Engradeça VOCÊ MESMO. Pare de condicionar o seu mundo a mulheres.DESAPEGUE-SE. Pare de achar que o grande motivo da sua vivência é conseguir uma mulher. A vida é muito mais do que conseguir um afeto de uma mulher quem em 99% dos casos, não vai saber nem quem você é daqui uma semana.

Largue a carência de adolescente rejeitado e vire homem de uma vez. PUA não é o caminho de homem honrado. 

FIM

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O mito do mutualismo e a contradição social

Em algum momento da sua vida você já se sentiu um verdadeiro bosta porque TODOS na roda do bar estão namorando e você não? Ou em alguma reunião onde TODOS estão acompanhados e você não? Ou até mesmo no jantar da família porque todos estão casados/quase casando e você nem se quer tem uma foda fixa? Além disso, quantas vezes você já se sentiu coagido em uma festa porque saiu no zero a zero? Aposto que o suficiente para ao menos parar pensar na vida.

Pois então. Eis aqui que entra o mito do mutualismo. Existe um código de conduta que rege a matrix dos relacionamentos. Esse mesmo código prevê que é PRECISO pegar alguém simplesmente por estar em uma reunião que possui alguém do sexo oposto. Sem contar que, a presença de uma parceira se faz necessária para ser “bem visto” socialmente. A visão é tão preconceituosa que, um homem de 30 anos, não é casado/não está namorando, trabalhador, honra seus pais e irmãos, cuida de si mesmo, só existem duas opções para a sociedade imbecil que necessita de taxar alguém de X ou Y ou tempo inteiro:

-Ele é gay;

-Ele é promíscuo.

É claro que já surgiu um “peraí porra, tem algo errado nisso aí”. E tem mesmo. Não só pelo fato de que muitas de suas características positivas são ignoradas, mas principalmente pela substituição das mesmas por uma suposição de algo do qual não se tem a menor noção.

Criou-se uma falsa idéia de que estar sozinho é sinônimo de estar à procura de alguém. Inventou-se um conceito de metade da laranja, aquela necessidade de sentir 100% na presença de um segundo ser. Sinceramente? Metade da laranja é o caralho. Ou você é uma laranja inteira ou você não é porra nenhuma. Depositar a sua felicidade em uma segunda pessoa, só tem como dar errado. Aqui não existem nem alternativas.

"Em busca da minha metade da laranja, como sou iludido"

Você já se questionou sobre por que fazer um trabalho sozinho de forma impecável é muito mais fácil que fazer um trabalho em grupo com o mesmo resultado?

Se não, a resposta é clara. No primeiro caso, você depende EXCLUSIVAMENTE da sua pessoa para a coisa dar certo. Você fez a sua parte, o trabalho está feito e o resultado vem. No segundo, você depende de uma segunda pessoa e qualquer ser humano que tenha feito um trabalho em grupo sabe a merda que é depender de alguém incompetente para fazer o seu serviço. Por isso não é aconselhável sob nenhuma circunstância por a sua vida nas mãos de alguém. Mais cedo ou mais tarde, seus sonhos, objetivos e acima de tudo, sua auto-estima, serão atirados na privada e receberão uma descarga sem o menor dos menores remorsos.

Coloque na sua cabeça, você vive entra pessoas, mas morre sozinho. Contraditório demais não é mesmo? A mesma sociedade que te força a estar junto de alguém, não vai chorar o seu enterro. Não vai ler o seu testamento, não vai mencionar seus grandes feitos. Simplesmente seguirão suas vidas, e que você queime/congele no inferno.

A única força que você pode contar que vai estar lá quando surgir uma necessidade é a sua própria força. Se ela é inexistente, o seu escudo é de vidro e ele vai se quebrar. Se você, na condição de ser único, não consegue se sentir feliz consigo mesmo, não serve de apoio moral para si mesmo, não possui paz interior e por fim, não é feliz porque está sozinho, pode dar um soco em sua cara e mudar isso daí, caso contrário, seu futuro é negro. Sabe por quê?

Você está sozinho.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O medo e as muletas emocionais. Como fugir deles?

Começo dizendo que cada informação pode ser absorvida de duas formas. Ou você agrega aquilo da forma correta, ou agrega aquilo da forma errada. Não existe meio de absorver algo de forma “meio-certa”, aqui não se tem opções. São alternativas, assim como na “matrix”. Ou você toma a pílula azul ou a pílula vermelha. Até então nada novo e muito capitão óbvio por sinal. E é com base nesse raciocínio que vou discutir o medo e as muletas emocionais.

Entender como funciona e como agir diante da engrenagem social de forma realista e verdadeira é mais complexo do que se parece. Se fosse simples, não haveria tanto medo. Não haveria tanta titubeação. O medo de ser incompreendido, de ser repreendido, de ser excluído do seu grupo social, entre outras situações, não existiria em um primeiro momento. Daí então, entramos em um parafuso fundamental:

“Sendo o medo o principal aliado na luta da sobrevivência, por que devo driblá-lo?”

Você não deve driblar o medo, muito menos eliminá-lo e na verdade, você deve entender a razão desse medo. O medo que estou mencionando é aquele te congela diante de uma situação hostil, aquele que impede de realizar algo, aquilo que simplesmente bloqueia toda e qualquer ação que pode ser saudável em um primeiro momento. É esse medo que precisa ser combatido.

Mas antes que eu emputeça alguém por não estabelecer o elo do título, punhetando a sua mente sobre o medo, digo que, inevitavelmente, o medo é o maior aliado do vitimismo. E por ser o maior aliado do vitimismo, aqui estão estabelecidas as muletas emocionais. Enquanto é conveniente ser vítima de uma situação por sentir um medo ou algo não “agradável”, adquire-se uma muleta emocional. Aplicando os termos para a realidade, adotando a fase da revolta e uns pontos enumerados por mim, inicialmente discutidos no fórum, depois feita uma mescla, cheguei às etapas abaixo:

1 – Choque
2 – Indignação
3 – Reclusão (Sobre as três primeiras fases, pode-se aprender um pouco por aqui)
4 – Aceitação
5 – Adaptação
6 – Reinserção na matrix.

Primeiro gostaria de deixar claro que, no fundo não tem como ficar "ah, estou na etapa X, faltam Y". Ou você está na fase da revolta como um todo ou você não está. Mas para um estudo, análise mais profundos, temos que fazer um certo breakdown da parada. A parte mais importante é como ocorrem a aceitação e a adaptação. Aqui é que moram os amigões que usam a real como muleta emocional. Se ele aceita aquilo como apenas um fator para estabelecer o seu vitimismo próprio e adapta a realidade dele para o vitimismo, o primeiro acontecimento que fuja da atual situação, da sua qualidade de vítima, seja arranjar uma namorada, começar a fazer sexo com regularidade, passar a trabalhar, qualquer coisa, ele sai da “fase da revolta” momentaneamente para justamente cair na etapa 2 outra vez quando der errado.

Estabelece-se assim um ciclo vicioso, 2 - 3 - 4 - 5 - 2 - 3 - 4 - 5. Por isso mencionei lá em cima as alternativas na hora de se agregar um conteúdo. A única justificativa que eu encontrei para se absorver de forma errada ou incompleta é que, custa menos tempo, menos neurônios, menos sofrimento. Mas não é uma imbecilidade aprender algo errado só para poupar tempo? De uma forma ou de outra, encontra-se na estaca 0,5 outra vez. (na ZERO não volta, porque não é possível que depois de levar nas fuças seguidas vezes alguma coisa não é internalizada).

"Até quando você será escravo do tempo às custas da sua própria integridade física, psíquica e moral?"

Para fugir de muletas emocionais, não é preciso ser um gigante cheio de coragem e sair peitando Deus e o mundo. Não é preciso ser o cara mais extrovertido do universo, muito menos um ser perfeito. Apenas separe suas visões romantizadas sobre o mundo, as coisas não funcionam assim. Simplesmente atenha-se à realidade e tenha atitude. Combata o bundão em busca de uma muleta emocional dentro de você e vá para a luta!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Análise do comportamento feminino diante de destacados.

Por Eagle Watch

Salve Confrades! 

Acho que quando se mostra uma situação “ao vivo” de uma passagem de livro, fica mais fácil o aprendizado. Aqui vai uma comprovação real. Fazendo uma introdução de uma passagem de N.A. – Como lidar com as mulheres, páginas 36/37.

“Amam a superioridade: as operárias desejam o dono da empresa, as pacientes desejam o médico (...)as fãs desejam o artista (...). Quanto maior for a distância, maior será o desejo, o que explica os gritos histéricos e os desmaios em shows.Os “inferiores” são rejeitados. A superioridade é definida pelo contexto social.”

Mas tem cara que não ACREDITA que a buceta delas PISCA, BATE PALMA, MOLHA o suficiente para resolver a seca do nordeste em situações de proximidade com um cafa destacado, com $$$ e famoso. Escolhi um vídeo de uma apresentação musical, no caso, John Mayer. 






“Breakdown” do vídeo:
0:02 – 0:03 = “Pretty Lady” (e que comece o show)
0:05 = Já tem uma mina louca no fundo gritando. 
0:07 = O cara fala uma besteira, vejam a risada FORÇADA, como se o cara fosse O piadista.
0:20 = Expressão interessante, “oh my godness” com voz de atriz pornô no fundo. O CARA NEM COMEÇOU a tocar. 
0:24 = Com uma brincadeirinha no violão, outra mulher grita no fundo. 
0:27 – 0:28 = “Get it in John, get it in!” (Quer dar a bunda lógico) 
0:33 – 0:34 = Outra mina lá no fundo manda um “wooow”. 
0:35 – 0:36 = “Lower your expectations”. E então? Risadas forçadas, principalmente pela vadia-mor que se encontra atrás da mina que está filmando . 
0:42 = Finalmente a música começa. E orgasmos femininos acontecendo.
0:47 – 0:48 = “Oh my god, I think I might (ou I'm gonna) cry” por uma outra mulher que se não me engano não tinha se pronunciado antes. 
0:48 – 0:56 = O cara começa a dizer que tem algumas músicas dele que ele não lembra, a vadia-mor já interrompe e fala que o público o ajudaria a cantar. 
1:09 = John Mayer começar a cantar. DUAS mulheres ao mesmo tempo já têm orgasmos. 
1:31 = Outra mulher que não tinha se pronunciado “oh my god” ao fundo. 
1:36 – 1:40 = “Really ... really? He is awesome”. 
2:07 = Não consegui entender perfeitamente o que a mulher disse, mas, rola uma parada de "desire" (Desejo). Provavelmente isso foi direcionado pra quem? 
2:38 = A vadia-mor tem orgasmos múltiplos.

Depois de uns segundos ela pede desculpa uma vez provavelmente pela histeria e até o fim do vídeo é possível escutar a música sem ninguém comentar algo que seja relevante ao que eu quero mostrar. 

O ponto ao que eu quero chegar é bem óbvio. Eu sou músico e posso dizer que o John Mayer é um dos caras mais talentosos dessa última década, o cara realmente é bom de serviço. Mas garanto que a maioria dessas mulheres, não deve entender PORRA NENHUMA de música. Muitas estão tendo orgasmos porque existe a presença de um cara destacado o suficiente. Agora, vocês acham que se fosse EU tocando essa música aí de forma similar seria a mesma reação? Óbvio que não. E é comprovado por mim mesmo que não. Já toquei em alguns eventos escolares, as meninas até pagam um pau, mas como não sou um cafão não recebo o mesmo “amor” que um destacado receberia. Aqui nós empregamos o "contexto social" da coisa.

Então fica aí mais uma demonstração real de que, os princípios adotados pelos guerreiros não são “sem base”. Eles REALMENTE acontecem.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Síndrome de Sherlock Holmes e o extremismo.

Assim como nos acontecimentos sociais, a real possui o seu lugar no ditado “Muda o local, mudam os personagens, mas o contexto ou a história continua a mesma”. Cada um tem a sua por aqui. Uns reagem de forma agressiva, outros ficam indignados. Outros até fazem cara de quem chupou limão e não gostou. Essa é tão falada “fase da revolta”. Hoje vou tratar de um comportamento derivado dessa fase bem mais comum do que parece. Denominarei esse fenômeno de “Síndrome de Sherlock Holmes”.

Conhecer a real é um processo doloroso. Não existe NINGUÉM que tenha passado pelo processo de leitura de Nessahan Alita sem ficar baqueado. Assim como também está para existir seres que tenham absorvido a real em três dias ou uma semana. Não diferente destes anteriores, são mitos aqueles homens que jamais cometeram erros mesmo após a real. Afinal, sejamos honestos, você pega a sua vida e joga pela janela. O seu muro das lamentações, conquistas, pensamentos, DESMORONA na sua frente sem o menor tempo para agregar tudo aquilo. É tudo de uma vez só. TODOS, sem exceção, passaram pela “fase da revolta”, tão bem frisada pelos membros mais antigos.

Essa “fase da revolta” tem suas controvérsias. Alguns, por pura imbecilidade, terminam por virar misóginos. Esses daqui eu nem perco meu tempo, pois bom-senso é um dom e estes não foram agraciados. Já os seres humanos sensatos e comuns ficam indignados, pois fizeram papel de palhaço por um tempo considerável e descobriram isso há pouco tempo, a revolta é compreensível e razoável. E por fim, existe um terceiro grupo a ser discutido, os Neo-Sherlock-Holmes-extremistas da real. Nome extenso, cheio de graça e todo pomposo. Quem é leigo até acha que estamos falando de profetas. Muito pelo contrário, esses daqui por receio de voltar à condição de palhaço, entram na síndrome que já mencionei acima.

Aí vocês me perguntam:

“Afinal, o que é essa PORRA de Síndrome de Sherlock Holmes? fale logo caralho!”

A definição é simples. É ser extremista ao extremo (é, pleonasmo mesmo) e tentar ver a real até na merda que ele caga todo dia depois do almoço. Sim, a real está presente em tudo e eu concordo. Só que, sem extremismos. O cara interpreta um “Arruma seu quarto muleque!” vindo da própria mãe, como uma forma de se subjugar ao sexo feminino e assim financiar o feminismo. Ou até mesmo no processo de conquistar uma mulher como ser mangina por entreter alguém ou coisa parecida. Além desses dois, vem o pior deles. O camarada passa a se trancar no quarto e então a fazer análises profundas sobre as teorias do caos, conspiração contra TODOS os comportamentos femininos, masculinos, caninos, felinos e por fim, marcianos. QUALQUER COISA é motivo para indignação e reclamação.

"Usou o adjetivo diferenciada logo após o substantivo mulher... MANGINA SAFADO!"

"Saiu com os amigos. Local: Balada. É UM IMBECIL!"

A polarização, assim como manginas e feministas, é combatida sem dó pois ela é feita de forma irracional. Nunca é considerado o contexto. É uma simples decisão binária. Tudo bem, é claro que é razoável se abster de relações sociais mais intensas por um determinado período. É uma autodefesa compreensível e até recomendada. Contudo, o guerreiro da real não pode ficar preso nessa etapa por 10 anos. A proposta é LIDAR com as mulheres, os homens, enfim a sociedade. Não FUGIR deles. Não existe argumentação razoável para justificar esse tipo de comportamento. É como assinar um atestado de “sou um bundão e não agüento viver em sociedade”. É isso mesmo que você, neo-shelock-holmes-extremista da real quer para o seu futuro? Pesar 200 kgs, feder a merda e não se relacionar com ninguém? Acho que não.

Lembre-se, a real te dá poderes. Não adianta querer mais voltar atrás. As relações sociais passam a ter uma análise mais profunda mesmo. Adapte-se a isso. Porém, seja sensato e use-os para seu benefício. Virar um monstro no porão não é a solução. Saia da cadeira do computador e desenvolva-se. A real é o artifício do homem sensato, digno, honrado e acima de tudo, vencedor. É esse o verdadeiro sentido do “guerreiro da real”. E não um zé roela que fica teorizando tudo e não coloca nada em prática.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Conheci a real antes de namorar, e agora?

Para começo de conversa, o título parece um pouco imbecil não é mesmo? Até porque o cara nunca namorou e teve a sorte que a maioria não teve, de conhecer a real antes de enfiar de cabeça em um relacionamento mais sério. Sendo assim, ele não deveria estar preocupado, muito pelo contrário, ele deveria estar tranquilo e tá tudo muito bonito, certo?
ERRADO. É aqui que mora o perigo.

O fato de conhecer a real antes de ter um relacionamento mais sério, digno de “mudar o status do Facebook/Orkut” para os matrixianos, pode até mesmo ser mais perigoso do que já estar em um relacionamento. Afinal, não existem parâmetros próprios. Você vai comparar esse atual relacionamento com o que? Não tem com o que comparar. É a mesma coisa de se entregar um rifle de longo alcance na mão de quem nunca atirou com nada na vida. A tendência é dar errado.

Sempre fui a favor de que, a melhor experiência é aquela que a pessoa vive. Por mais que você, guerreiro da real, leia relatos, textos, livros, artigos, notícias, filmes, nenhuma dessas informações será TÃO valiosa quanto àquela que você participa ativamente.

Sem meias palavras, apenas ENTENDA. Você vai ter que por a mão na massa camarada. O seu serviço sujo de alguma forma ou de outra vai acabar tendo que ser realizado. Claro, tenha bom senso. Ninguém aqui está falando para engravidar uma mãe solteira, mas, é impossível ser um robocop e não deslizar em nenhum momento, ainda mais sendo inexperiente.

Muitos acreditam que sua pose de vencedor, seu carro na garagem, seu salário de cinco mil reais são técnicas infalíveis. Não, eles não são. Esses fatores só são úteis enquanto não aparece ninguém melhor. A hipergamia feminina é extremamente fria e cruel.

Citando o confrade Don Vito Corleone do fórum HH:

“Se você é bonito, elas vão achar que você deveria ser bonito + bombado;
Se você é bonito e bombado, elas vão achar que você deveria ser bonito + bombado + Rico;
Se você é bonito, bombado e rico, elas vão achar que você deveria ser bonito + bombado + Rico + Famoso;
Se você é bonito, bombado, rico e famoso, elas vão achar que você deveria ser bonito + Bombado + Rico + Famoso + Cafajeste”.

Elas não estão ligando se o homem vai se sentir um bosta por ser trocado pelo bonitão ali da esquina. Aliás, elas vão se sentir melhor em saber que você está na pior. Então, para ao menos “suavizar” alguns erros que naturalmente vão acontecer, enumerarei alguns pontos importantes a la Clube da Luta.
1º)Não mencione a real. Não tente doutriná-la. Isso é conhecimento seu e APENAS seu;
2º)Não mencione a real. Não tente doutriná-la. Isso é conhecimento seu e APENAS seu;
3º)Não mencione a real. Não tente doutriná-la. Isso é conhecimento seu e APENAS seu;

1, 2 e 3 (sim, TRÊS vezes): A real é como se fosse uma 12. Faz um rombo no peito de manginas, matrixianos e na vadiagem feminina. Se você sabe disso, por que dar a oportunidade para alguém utilizar a sua própria arma contra você?
TUDO serve de argumento (mesmo que não tenha a menor lógica) para esses grupos que citei.

4º)Não seja uma anta, não namore a primeira “metida a exceção” que você achar na rua;
5º)Não é porque ela é sua namorada e você é um guerreiro da real, que automaticamente ela se tornou uma mulher honrada;
6º)Jogos acontecerão. Tenha pulso firme. Tenha calma. Seja viril e não um imbecil descontrolado;
7º)Desapego. Ela pode ser a mulher mais gostosa que você já comeu na vida, mas, não dê seu sangue por quem não vai dar nem um fio de cabelo por você. Esteja pronto para o pior sempre;
8º)Se acabar, ACABOU. Nada de ir, voltar, e ir, voltar. Indecisão é para frouxos, se chegou a acabar é porque já deu o que tinha que dar, isso sem contar o desgaste desnecessário envolvido.

Tenha atenção e responsabilidade na hora de se relacionar com uma mulher. Você não achou o seu pau no lixo e um pouco de dignidade não faz mal a ninguém. Não faça papel de palhaço se teve a oportunidade de conhecer a real com antecedência, honre suas bolas.